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Nota de repúdio

Caro(a) colega Engenheiro(a) Civil,

 

 

 

A AJECI (Associação Joinvilense dos Engenheiros Civis), diante do acordo celebrado entre o CREA/SC e ABEE/SC, na data de 10 de outubro de 2018, onde as atribuições dos engenheiros civis foram retiradas e as análises de atribuições agora deverão ser submetidas a Câmara de Elétrica, apresenta as seguintes considerações:

 

  • Repudiamos o referido acordo, pois beneficia uma classe em detrimento de outra classe que faz parte do mesmo sistema;
  • O acordo apresenta prejuízos maiores para a engenharia civil do que a sentença que gerou o acordo;
  • A AJECI é parte do processo desde o ano de 2010, e deveria ter sido notificada ou ouvida pelo CREA/SC antes de que qualquer acordo fosse firmado;
  • O CREA/SC desconsiderou que existe um recurso da AJECI em instância superior (STJ) ainda sem julgamento quando firmou o acordo;
  • As câmaras especializadas e a plenária do CREA/SC não foram consultadas antes da celebração do acordo;

Sendo assim, tomaremos todas as medidas judiciais cabíveis para garantir o direito dos engenheiros civis de Santa Catarina.

 

Diretoria AJECI

Gestão 2017/2018

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Workshop Bosch

Aconteceu no dia 23 de outubro, um workshop com a Bosch sobre novas tecnologias de alarme e detecção de incêndio.

A primeira palestra foi ministrada em parceria com o corpo de bombeiros voluntários, pela engenheira Jaqueline Fernanda de Moura, do CAT do corpo de bombeiros de Joinville e pelo engenheiro Renato Lima, representante da Bosch.

Estiveram presentes no evento cerca de 60 profissionais de engenharia, associados da Ajeci.

 

          

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Assembléia extraordinária

Aconteceu no dia 22 de outubro, assembléia com os associados para debater sobre o acordo celebrado entre ABEE/SC e CREA/SC que retira atribuições dos engenheiros civis.

Estiveram presentes na reunião cerca de 35 profissionais, entre membros da diretoria, conselheiros e associados da Ajeci.

 

 

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Reunião extraordinária – Julho/18

Convocamos a todos para reunião extraordinária de julho, conforme especificado a seguir:

 

Data: 23 de julho
Horario: 19h
Onde: sala de reuniões do CREA

 

A reunião acontecerá com o formato de mesa redonda, com debate dos associados exclusivamente sobre o seguinte tema:

– Processos de licenciamento de edificações no município de Joinville (Corpo de Bombeiros, Águas de Joinville, Prefeitura Municipal, etc)

 

Obrigado e contamos com a participação de todos.

 

Diretoria Ajeci
Gestão 2017/18

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Reunião ordinária – julho/18

Convocamos a todos para reunião ordinária de julho, conforme especificado a seguir:

 

Data: 16 de julho
Horario: 19h
Onde: sala de reuniões do CREA

 

A reunião acontecerá com o formato de mesa redonda, com debate dos associados sobre os seguintes temas:

– Andamento dos processos de licenciamento ambiental em Joinville (Retorno sobre os itens abordados na última reunião);

– Palavra aberta aos associados sobre seus processos com dificuldade de aprovação nos órgãos públicos de Joinville (projetos, alvarás e vistorias);

-Debate sobre alternativas para interação comercial entre os associados;

– Palavra livre aos presentes;

Obrigado e contamos com a participação de todos.

 

Diretoria Ajeci
Gestão 2017/18

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Impasse no licenciamento ambiental traz prejuízos à economia em Joinville

Atraso na emissão de licenças e na aprovação de projetos afeta setores importantes da economia, provoca perdas de produtividade e traz impactos para o desenvolvimento e o crescimento do município

 

Entidades ligadas ao setor da construção civil de Joinville estão preocupadas com a perda de produtividade, a estagnação nos investimentos, os prejuízos aos negócios e os impactos ao crescimento do município ocasionados pelo atraso nos licenciamentos ambientais e consequente queda no volume de projetos aprovados em Joinville.

De janeiro a maio de 2018, o volume total de projetos que obtiveram aprovação na cidade caiu de 293.039m2 para 268.936m2 se comparado ao mesmo período de 2017. O número representa a soma das diferentes áreas que necessitam de alvará (residências uni e multifamiliares, comércio, indústria, serviços, instituições e empreendimentos de uso misto residencial/comercial). Na média mensal, de janeiro a maio, foram 53.787,20m2 em 2018 contra 58.607,80m2 em 2017.

Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Prefeitura de Joinville apresentados no Relatório dos Projetos Aprovados 2017/2018 e revelam que a situação é mais crítica para a indústria, que de janeiro a maio de 2017 teve um total de 56.806m2 em projetos aprovados e, no mesmo período deste ano, conseguiu aprovar apenas 20.467m2 – uma redução equivalente a 63,97%. Em abril e maio, o segmento não teve um único projeto aprovado. No comércio não foi diferente. De janeiro a maio do ano passado foram aprovados 25.753m2 e, neste ano, no mesmo período, 22.814m2.

De acordo com o presidente do SINDUSCON Joinville, Vilson Buss, a falta de licenciamentos ambientais está afetando duramente as empresas que atuam na cidade e, em muitos casos, obrigando construtoras e investidores a escolherem outras regiões para iniciar seus empreendimentos. “Sem as licenças e com a queda no volume de projetos aprovados, empresas tiveram que adiar os investimentos na cidade, diminuir o ritmo de obras e até reduzir seus quadros de funcionários, perdendo competitividade e força de venda”, diz.

No entendimento do SINDUSCON Joinville, seja qual for o órgão responsável pelo licenciamento ambiental no município, o que a cidade precisa é de uma solução urgente e ágil para que as empresas voltem a produzir e a cidade, a crescer e a se desenvolver. “Aliada a outros setores da economia que também sofrem com o problema, o que a indústria da construção civil pede é a agilidade do poder público na resolução deste tema”, afirma o presidente.

Os prejuízos atingem também os engenheiros que atuam na cidade. O diretor regional do CREA-SC, Dieter Neermann, diz que a situação traz reflexos negativos não apenas para as empresas, mas também para profissionais de diversas áreas da engenharia. “O problema afeta diretamente o exercício dos profissionais responsáveis pelas ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica) dos projetos. É como uma reação em cadeia, que provoca o represamento das demandas e o comprometimento do fluxo dos trabalhos”, explica.

A Associação Joinvilense de Engenheiros Civis (AJECI) lamenta a morosidade da Prefeitura em resolver a questão dos licenciamentos ambientais. Na avaliação do presidente da entidade, engenheiro Daniel Kandler Signori, o impasse vem travando toda a cadeia produtiva da construção civil. “Enquanto as construtoras e empresas não licenciam suas obras, engenheiros, empreiteiros e outros prestadores de serviços estão sem trabalho, demitindo funcionários e trabalhando pressionados por uma economia que ainda não se recuperou”, diz.

Segundo o presidente da AJECI, a associação repudia o jogo de empurra-empurra que se transformou o licenciamento ambiental em Joinville e espera o rápido restabelecimento das análises e licenciamentos. “Corremos o risco de uma regressão tecnológica na cidade ocasionada pela falta de investimentos na economia e possíveis migrações de recursos para outros municípios”, comenta Daniel.

 

Assessoria de Imprensa SINDUSCON Joinville

Jornalista Graziela Lindner

(47) 99176-0080

Skype: graziela.lindner

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Reunião Ordinária – junho/18

Convocamos os associados para a reunião ordinária do mês de junho, que será realizada conforme descrito a seguir:
Data: 11 de junho
Horário: 19:00
Local:  Sala de reuniões do CREA
Rua Rio Grande do Sul, 335
Pauta: 
– Apresentação com o tema “Drenagem urbana sustentável” pelo eng Adilson Gorniack;
-Andamento dos processos de licenciamento ambiental em Joinville;
– Revisão do plano diretor de Joinville;
– Calendário de eventos técnicos do segundo semestre;
– Palavra Livre aos associados;
Contamos com a presença de todos.
DIRETORIA AJECI
Gestão 2017/2018
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Reunião ordinária – maio/2018

Convocamos os associados para a primeira reunião ordinária do ano de 2018, que será realizada conforme descrito a seguir:
Data: 09 de maio
Horário: 19:00
Local:  Sala de reuniões do CREA
Rua Rio Grande do Sul, 335
Pauta: 
– Andamento dos processos de licenciamento ambiental em Joinville;
– Situação atual e soluções frente ao cenário econômico da construção civil;
– Discussão sobre soluções para obtenção de verbas para os eventos técnicos da associação;
– Palavra Livre aos associados;
Contamos com a presença de todos.
DIRETORIA AJECI
Gestão 2017/2018
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Concreto Protendido: a tecnologia que veio para ficar.

Eng. Catarina Raycik

 

Quanto evoluiu o processo construtivo nas últimas décadas? As estruturas de edifícios são executadas da mesma maneira há muito tempo: montagem de caixarias, introdução de barras de aço, lançamento do concreto. O método evoluiu, temos escoras metálicas, novos modelos de escoramento e de formas e espaçadores, entre outras tantas coisas, contudo, o projeto destas estruturas em Joinville evolui a passos lentos.

Uma estrutura protendida parte do conceito de que não haverá abertura de fissuras, sendo assim a chance de corrosão das armaduras é altamente reduzida, além de melhorar a capacidade de suporte de cargas e possibilitar maiores vãos entre pilares.

Obras de infra-estrutura e protensão são amigas íntimas, o método está presente em estruturas pré-fabricadas, vigas e tabuleiros de pontes e viadutos de grandes vãos, nos estais da ponte de Laguna, nas torres de energia eólica. Nestas obras desempenho e economia precisam caminhar juntos.

A tecnologia de protensão em projetos de edifícios não é novidade no Brasil, a região Nordeste é a pioneira no país e a maior consumidora de cordoalhas engraxadas e em segundo lugar está a região Sul. Porém nossa Joinville continua teimosa em ser “tradicional”, quando poderia ser arrojada. Precisamos de ousadia dos empreendedores.

As obras de edifícios também carecem de economia, e a protensão tem mais do que isso para oferecer. Um projeto de estrutura protendida é mais dispendioso sim, pois demanda mais tempo para ser elaborado, além de uma formação técnica diferenciada do profissional.

Entretanto, a protensão oferece economia em muitos aspectos e etapas da obra, tornando o empreendimento como um todo mais barato, não se resumindo a simples redução do consumo dos materiais. A produção da estrutura é mais eficiente, reduzindo tempo de obra, com um dispêndio menor de madeira, menor produção de resíduos, melhor aproveitamento da altura total de construção, otimização das fundações e maior flexibilidade arquitetônica devido à redução dos pilares.

A protensão é uma escolha técnica e ela pode ser muito vantajosa em diversas situações, apenas um engenheiro civil habilitado é capaz de avaliar quando o uso do sistema será favorável para o cliente.